Odontologia

A odontologia deve ser rotina no tratamento transdisciplinar das crianças diabéticas

A boca necessita de tanta atenção quanto o resto do organismo!

Muitos estudos sugerem que a criança diabética possui um risco maior de desenvolver alterações bucais significativas.

A gengivite, é a mais freqüente, e essa inflamação pode evoluir para processos infecciosos que destroem os ossos que sustentam os dentes (periodontite).

Sabe-se que toda infecção eleva o açúcar do sangue e pode causar complicações na criança diabética e as pesquisas mostram que este desequilíbrio pode alterar o controle glicêmico.

Outras alterações podem estar presentes como: mau hálito, paladar alterado, retardo na cicatrização de feridas bucais, alterações de forma, tamanho e textura da língua, boca seca (xerostomia) devido à diminuição do fluxo salivar, queimação na boca ou língua.

Muitas crianças diabéticas precisam se alimentar várias vezes durante o dia e durante a noite para compensar a glicemia. Essa frequência alimentar pode manter o ph da boca ácido tornando as condições propícias para o desenvolvimento de doenças bucais.

O atendimento odontológico preventivo em gestantes, bebês e crianças com diabetes evita as complicações orais que poderão se manifestar na adolescência e na vida adulta.

Então atenção:

  • Leve seu filho ao dentista a cada 3 meses e siga todas as orientações;
  • Ajude a criança a realizar uma escovação eficiente, com o uso correto do fio dental para não ferir as gengivas e utilize o enxaguatório bucal com flúor se indicado pelo dentista;
  • Observe a presença de feridas, sangramentos nas gengivas, bochechas e língua e manchas nos dentes;
  • Não abra mão de uma alimentação saudável;
  • Se houver necessidade de realizar um tratamento mais invasivo como extrações de dentes, cirurgias e outros, o dentista especializado estará capacitado para atender seu filho com toda segurança.

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